Be Happy Psicossomático
A década de 1960 nos trouxe, por conta do movimento hippie (que cá pelas nossas bandas chegou só na década seguinte), um repensar sobre o cotidiano, sobre as nossas relações familiares e com o trabalho, bem como um pensar filosófico sobre o viver, sobreviver, conviver e, até, o pós viver.
Era tempo, por um lado, do mundo da produção em massa, em larga escala, a jornada de trabalho noturno, as horas extras, o acúmulo material, o domínio político e territorial, o neo-imperialismo (e suas contínuas e, cada vez mais brutais, guerras). Preconizava-se o individualismo, o egocentrismo, o “ter”.
Por outro lado, os hippies com seus valores universais, transcendentais, de amor ao próximo e o NÂO à violência. Era a valorização do coletivo, do fraterno, do “ser”.
Hoje, cá com nossos botões (cibernéticos do século XXI), nos deparamos com uma medicina cada vez mais holística, porque comprometida com o homem por inteiro, tanto na sua parte material, quanto na sua parte mente/espiritual/relacionamentos.
Muitos pesquisadores, tanto os de laboratórios, quanto os de atendimentos em emergências médicas, afirmam que as doenças que nos acometem são praticamente 100% psicossomáticas. Ou seja, as doenças visíveis à pele ou que deterioram a carne, tem suas origens nos conflitos de comportamentos, hábitos, sentimentos e sensações. (Vide “Quem ama não adoece” de Dr. Marcos Aurélio dias da Silva)
Por isso, hoje digo a plenos pulmões e sorrisos: SIM, tínhamos razão! Tínhamos razão frente a todos quanto nos questionavam o comportamento. Sim! Tínhamos razão ao tomarmos um caminho diferente, priorizando outros valores! Estávamos certos ao sorrir e dizer: “Take It Easy, Brother”. Ou, mais contemporaneamente, quando cantarolávamos “Don’t Worry, Be happy”, do genial Bobby Mcferrin.
Como também foi (e é) importante ao sábio homem não se deixar dominar por um mau comportamento ou um mau hábito, submetendo-se a algum vício.
Salve a santa e sábia ciência do século XXI!
Be Happy, Brother. Be Happy!!! Forever!!!
por Pedro Lopes.
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